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Efeitos colaterais e mitos da Creatina: o que é verdade e o que é exagero

Efeitos colaterais e mitos da Creatina o que e verdade e o que e exagero

A creatina é um dos suplementos mais pesquisados e usados do mundo — especialmente por quem busca força, desempenho e ganhos de massa magra.
Mas junto com os resultados vêm também as dúvidas: será que a creatina faz mal? Causa queda de cabelo? Danifica os rins? Engorda?

Neste artigo, vamos esclarecer os principais efeitos colaterais e mitos da creatina, com base em evidências científicas e explicações diretas, sem sensacionalismo.
Ao final, você vai entender o que é real, o que é mito e como usar a creatina de forma segura para aproveitar todos os benefícios.

Conteúdo

O que é a creatina e como ela age no corpo

Antes de falar sobre efeitos colaterais, é importante entender como a creatina funciona.

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A creatina é uma substância natural produzida pelo corpo a partir de três aminoácidos: glicina, arginina e metionina.
Ela é armazenada principalmente nos músculos, onde atua como uma reserva rápida de energia durante atividades intensas e de curta duração — como treinos de musculação, corridas curtas e esportes explosivos.

Quando suplementamos creatina, aumentamos o estoque dessa substância nos músculos, o que melhora o desempenho, a força e a recuperação entre os treinos.

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Os reais efeitos colaterais da creatina (com base na ciência)

Apesar de ser extremamente segura e estudada, a creatina pode causar efeitos colaterais leves em algumas pessoas — geralmente ligados ao uso incorreto, falta de hidratação ou superdosagem.

1. Retenção de água intramuscular

Um dos efeitos mais comuns é o aumento do volume muscular devido à retenção de água dentro das células musculares (não abaixo da pele).
Isso não é um inchaço ruim, e sim um efeito benéfico: o músculo fica mais hidratado, o que melhora a síntese proteica e a performance.

  • Importante: essa retenção não causa inchaço abdominal nem ganho de gordura, como muitos acreditam.

2. Desconforto gastrointestinal

Algumas pessoas relatam gases, cólicas leves ou diarreia, principalmente quando ingerem uma dose alta de uma vez.
Para evitar isso, o ideal é dividir a dose diária (3 a 5g) em duas tomadas ou consumir junto de uma refeição.

3. Aumento de peso corporal

Como o músculo fica mais cheio de água, o peso na balança pode subir entre 1 e 2 kg nas primeiras semanas.
Mas esse ganho não é gordura, e sim massa magra e volume muscular.

4. Sobrecarga renal: mito ou risco real?

Um dos mitos mais persistentes é o de que a creatina “faz mal aos rins”.
Mas dezenas de estudos mostram que em pessoas saudáveis, a creatina não causa nenhum dano renal — mesmo com uso contínuo e de longo prazo.

O problema só poderia ocorrer em quem já possui doenças renais pré-existentes, e mesmo nesses casos, o acompanhamento médico é essencial antes de usar qualquer suplemento.

Mitos populares sobre a creatina (e o que a ciência diz)

A internet está cheia de informações distorcidas sobre creatina. Abaixo, desmontamos os principais mitos de forma direta:

Mito 1: Creatina causa queda de cabelo

Essa é uma das dúvidas mais comuns. O boato surgiu de um único estudo com jogadores de rugby, que mostrou aumento nos níveis de DHT (um derivado da testosterona ligado à calvície).
No entanto, nenhum outro estudo conseguiu reproduzir esse resultado — e até hoje não há provas concretas de que creatina cause queda de cabelo.

Em resumo: não, a creatina não causa calvície.
A predisposição genética é o fator principal para a perda de cabelo masculina.

Mito 2: Creatina engorda

Outra crença comum é que a creatina “faz engordar”.
Na prática, ela pode aumentar o peso corporal, mas por aumento de água e músculo, não de gordura.

Pelo contrário: ao melhorar o desempenho nos treinos, a creatina ajuda na queima de gordura e na construção de massa magra.

Mito 3: Creatina é esteroide

Completamente falso.
A creatina não é hormônio, não altera o eixo hormonal e não é anabolizante.
Trata-se de um composto natural, produzido pelo próprio corpo e presente em alimentos como carne e peixe. O suplemento apenas potencializa o que já existe naturalmente.

Mito 4: Precisa fazer pausa (ciclar creatina)

Durante muitos anos, recomendava-se “pausar o uso” para evitar suposta saturação nos músculos.
Hoje, sabe-se que não há necessidade de ciclos ou pausas — o corpo mantém os níveis estáveis, e o uso contínuo é seguro.

Mito 5: Creatina causa cãibras e desidratação

Outro mito desmentido pela ciência.
Estudos mostram que, ao contrário do que se acreditava, a creatina melhora a hidratação muscular e pode até reduzir o risco de cãibras em atividades intensas.

O que realmente pode causar problemas com creatina

Apesar de ser segura, o uso errado pode gerar desconfortos.
Veja os erros mais comuns:

  1. Usar doses altas demais: acima de 10g/dia sem necessidade.
  2. Não beber água suficiente: a creatina aumenta a demanda hídrica do corpo.
  3. Consumir produtos de má qualidade: marcas duvidosas podem conter impurezas ou subdosagem.
  4. Tomar com estimulantes ou pré-treinos em excesso: pode causar desconforto gastrointestinal.

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Como usar a creatina com segurança (sem riscos e com mais resultados)

Para aproveitar ao máximo o suplemento, o segredo está na consistência e no uso correto.

1. Dose ideal

A recomendação mais aceita é de 3 a 5g por dia, todos os dias — inclusive nos dias sem treino.
Não há necessidade de fase de saturação.

2. Melhor horário

A creatina pode ser tomada em qualquer horário, mas o ideal é junto de uma refeição ou próximo ao treino, para melhor absorção.

👉 Veja o guia completo: Como tomar creatina corretamente

3. Hidratação é essencial

Por aumentar a retenção de água nos músculos, é importante beber ao menos 2,5 litros de água por dia.

4. Consistência é mais importante que o horário

A creatina funciona por acúmulo: o benefício vem do uso diário e regular, não de uma dose isolada.
Ou seja, o resultado é gradual, mas constante.

Quem deve evitar a creatina (ou usar com acompanhamento médico)

A creatina é segura para a maioria das pessoas, mas há exceções:

  • Pessoas com doenças renais diagnosticadas;
  • Indivíduos com problemas hepáticos severos;
  • Quem faz uso de medicações que sobrecarregam os rins;
  • Gestantes e lactantes (falta de estudos conclusivos).

Nestes casos, o ideal é conversar com um profissional de saúde antes de iniciar o uso.

Benefícios comprovados da creatina (para além dos treinos)

A creatina não é útil apenas para atletas. Pesquisas recentes mostram benefícios que vão além da musculação, como:

  • Aumento de força e performance física;
  • Melhora cognitiva e função cerebral;
  • Aceleração na recuperação muscular;
  • Proteção neuromuscular e cardíaca;
  • Ação antioxidante e antifadiga.

Esses efeitos tornam a creatina um suplemento versátil e valioso para diferentes perfis — de atletas a pessoas comuns que buscam mais energia e bem-estar.

Resumo: verdades e mitos da creatina

TemaVerdade Científica
Causa queda de cabelo❌ Mito — não há provas científicas.
Engorda❌ Mito — aumenta massa magra e água muscular.
Faz mal aos rins❌ Mito — segura para pessoas saudáveis.
Causa inchaço✅ Verdade parcial — é retenção intramuscular benéfica.
Precisa ciclar❌ Mito — uso contínuo é seguro.
Aumenta desempenho✅ Verdade comprovada.
Causa desconforto intestinal✅ Verdade possível — em doses altas.

Conclusão: creatina é segura, eficaz e muito mais simples do que parece

A creatina é um dos suplementos mais estudados e seguros do mercado.
Quando usada corretamente, ela aumenta o desempenho, ajuda no ganho de massa muscular e melhora a recuperação, com efeitos colaterais leves e facilmente evitáveis.

Grande parte dos “efeitos ruins” que circulam por aí são mitos antigos, sem base científica.

Se você busca um suplemento com ótimo custo-benefício e resultados reais, a creatina é uma das melhores escolhas que existem.

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Fontes e referências

International Society of Sports Nutrition (ISSN). (2017). International Society of Sports Nutrition position stand: Safety and efficacy of creatine supplementation in exercise, sport, and medicine. Disponível em: https://doi.org/10.1186/s12970-017-0173-z (versão acessível em PMC: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5469049/).

Jäger, R., Purpura, M., Shao, A., Inoue, T., & Kreider, R. (2011). Analysis of the efficacy, safety, and regulatory status of novel forms of creatine (revisão/estudo comparativo). DOI: https://doi.org/10.1007/s00726-011-0874-6.

Rawson, E. S., & Venezia, A. C. (2011). Use of creatine in the elderly and evidence for effects on cognitive function. DOI: https://doi.org/10.1007/s00726-011-0855-9.

National Institutes of Health (NIH) / Office of Dietary Supplements. (2024). Creatine — Fact Sheet for Health Professionals. Disponível em: https://ods.od.nih.gov/factsheets/Creatine-Consumer/.

Nota editorial: Este artigo foi revisado com base nas diretrizes da International Society of Sports Nutrition (ISSN).

Perguntas Frequentes sobre Creatina: mitos, efeitos e uso seguro

A creatina faz mal para os rins?

Essa é uma das dúvidas mais antigas sobre a creatina, e também uma das mais mal compreendidas. A verdade é que a creatina não faz mal para os rins quando usada dentro das recomendações e por pessoas saudáveis.
Diversos estudos científicos, conduzidos por universidades e institutos de renome mundial, já comprovaram que o uso contínuo de creatina não altera a função renal, hepática nem os níveis de creatinina sérica de forma preocupante.
O mito surgiu porque a creatina é convertida em creatinina no organismo — e a creatinina, por sua vez, é usada como marcador de função renal. Assim, alguns profissionais que viam níveis ligeiramente elevados em exames acreditavam que isso indicava sobrecarga nos rins, quando na verdade era apenas uma variação normal causada pela suplementação.
O que realmente pode causar problemas renais é o uso incorreto: doses muito altas, falta de hidratação adequada ou uso simultâneo de medicamentos nefrotóxicos (que sobrecarregam os rins).
Por isso, a recomendação é simples: tome 3 a 5g de creatina por dia, beba bastante água e, se já tiver diagnóstico de doença renal, consulte um médico antes de começar.
Para pessoas saudáveis, o consenso científico é claro: a creatina é segura, não provoca insuficiência renal e pode ser usada de forma contínua por meses ou anos sem prejuízos à saúde.

A creatina causa queda de cabelo?

Não há evidências científicas sólidas de que a creatina cause queda de cabelo. Esse mito começou com um único estudo realizado em 2009, com jogadores de rugby, que observou um leve aumento nos níveis de DHT (dihidrotestosterona), um hormônio relacionado à calvície masculina.
Porém, nenhum outro estudo conseguiu reproduzir esse resultado — e o aumento do DHT nem chegou a níveis considerados preocupantes.
Até hoje, não existe comprovação de que a creatina provoque queda de cabelo, acelere a calvície ou altere a produção hormonal de forma significativa. A maioria dos homens que percebem perda capilar durante o uso de creatina já possui predisposição genética à alopecia androgenética, o que nada tem a ver com o suplemento.
Além disso, milhares de pessoas, incluindo mulheres, usam creatina há décadas sem qualquer efeito colateral capilar relatado.
A creatina continua sendo uma substância natural, segura e não-hormonal, produzida pelo próprio corpo.
Portanto, se você notou queda de cabelo, é mais provável que o motivo esteja ligado à genética, estresse, dieta ou outros fatores — e não ao uso da creatina.

Tomar creatina todos os dias faz mal?

Não. Tomar creatina todos os dias é justamente o que garante os melhores resultados.
A creatina funciona por acúmulo nos músculos, então o uso diário mantém os níveis musculares sempre elevados, potencializando força, resistência e recuperação.
Estudos mostram que o uso contínuo — inclusive em períodos longos — não causa danos nem exige pausas. A única recomendação é respeitar a dose de 3 a 5g por dia e manter boa hidratação.
Mesmo em dias de descanso, é importante continuar tomando, já que a creatina age de forma cumulativa e não imediata.
Portanto, a resposta é simples: tomar creatina todos os dias é seguro e essencial para que ela realmente funcione.

A creatina engorda ou ajuda a secar?

A creatina não engorda — e também não é um queimador de gordura.
O que ela faz é aumentar a retenção de água dentro das células musculares, o que pode gerar uma leve elevação no peso corporal (geralmente 1 a 2 kg nas primeiras semanas).
Mas esse aumento não é de gordura, e sim de massa magra e hidratação muscular. Isso faz o corpo parecer mais cheio e definido, não mais “inchado”.
Além disso, como a creatina melhora o desempenho nos treinos, ela indiretamente ajuda na perda de gordura, já que permite treinar mais forte e com mais intensidade.
Em resumo: a creatina não “engorda”. Ela melhora o aspecto muscular, favorece o ganho de massa magra e otimiza o metabolismo.
Se o objetivo é definição, ela continua sendo uma excelente aliada.

A creatina retém líquido e incha?

Sim, a creatina retém líquido, mas dentro do músculo, não sob a pele.
Isso significa que o corpo não fica inchado, e sim mais cheio e tonificado.
Essa retenção intramuscular melhora a hidratação, a performance e até a recuperação entre os treinos.
Portanto, esse “inchaço” é positivo e faz parte do mecanismo de ação da creatina.

É verdade que a creatina precisa de pausa?

Não é necessário fazer pausa no uso da creatina.
Antigamente se acreditava que o corpo “acostumava” com o suplemento, mas hoje já se sabe que isso não ocorre.
O uso contínuo mantém os níveis musculares estáveis e garante resultados consistentes.
Portanto, não há necessidade de ciclos ou interrupções, desde que a dose diária e a hidratação estejam corretas.

A creatina dá mais energia nos treinos?

Sim. A creatina é um dos poucos suplementos com efeito real sobre o desempenho físico.
Ela atua aumentando a disponibilidade de ATP, a principal fonte de energia usada pelo músculo em atividades intensas e curtas — como musculação, sprints ou esportes de explosão.
Com mais ATP, o corpo resiste melhor à fadiga e consegue executar mais repetições ou séries, o que acelera o progresso.
Esse efeito é especialmente visível em quem treina força, velocidade ou potência.
Ou seja, a creatina não é um estimulante como a cafeína, mas fornece energia muscular real, de dentro para fora.

Quem tem pressão alta pode tomar creatina?

De modo geral, a creatina não afeta a pressão arterial em pessoas saudáveis.
Pelo contrário — alguns estudos indicam até melhora na função endotelial (dos vasos sanguíneos) e redução da fadiga cardiovascular.
No entanto, quem já tem hipertensão diagnosticada ou usa medicamentos diuréticos e anti-hipertensivos deve conversar com o médico antes de suplementar.
A razão é que a creatina aumenta a retenção de água nos músculos, o que pode interferir na regulação de líquidos em casos específicos.
Com liberação médica e controle de pressão regular, o uso é perfeitamente possível e seguro.
A regra é simples: hidratação em dia e orientação profissional em caso de histórico clínico.

Qual é a melhor forma de tomar creatina?

A forma mais eficaz de tomar creatina é de maneira simples e consistente.
A dose ideal é de 3 a 5g por dia, todos os dias, com ou sem treino.
Pode ser tomada em qualquer horário, mas costuma ter melhor aproveitamento quando consumida junto de uma refeição contendo carboidratos, já que a insulina ajuda na absorção.
Não há necessidade de fazer fase de saturação (altas doses nos primeiros dias) — esse método acelera o acúmulo inicial, mas não é obrigatório.
Com o uso diário, o corpo atinge o mesmo nível de saturação em cerca de 3 a 4 semanas.
Outro ponto essencial é a hidratação: a creatina puxa água para o músculo, então é importante beber pelo menos 2,5 litros de água por dia.
Por fim, escolha marcas confiáveis e com pureza garantida, preferencialmente com selo Creapure®.
Com esses cuidados, você garante que a creatina atue de forma segura e eficiente, entregando ganhos reais de força, resistência e volume muscular.

Posso misturar creatina com outros suplementos?

Sim, a creatina pode ser combinada com diversos suplementos.
É muito comum misturar com whey protein, carboidratos simples (como dextrose ou maltodextrina) e até pré-treinos — desde que o total de cafeína e estimulantes não seja exagerado.
Essa combinação é benéfica porque melhora a absorção e fornece suporte energético e proteico ao mesmo tempo.
A única recomendação é evitar dissolver creatina em líquidos quentes, pois o calor pode degradar parte do composto.
Se for tomar com outros suplementos, prefira misturar no shake pós-treino ou em água/ suco gelado.
Usada dessa forma, a creatina mantém estabilidade e eficiência, sem qualquer risco.

A creatina serve para mulheres?

Sim, e com excelentes resultados.
Mulheres também produzem creatina naturalmente, mas em menor quantidade.
A suplementação melhora força, resistência, composição corporal e desempenho esportivo, sem causar efeitos masculinizantes.
Além disso, pesquisas indicam benefícios cognitivos e até aumento de energia em fases de fadiga hormonal.
Portanto, a creatina é segura e eficaz tanto para homens quanto para mulheres.

Quanto tempo demora para a creatina fazer efeito?

Em média, os efeitos da creatina aparecem entre 2 e 4 semanas após o início do uso diário.
Esse tempo pode variar conforme o peso, dieta e frequência dos treinos.
O que acontece nesse período é o acúmulo gradual de fosfocreatina nos músculos, até atingir a saturação.
Após esse ponto, o desempenho melhora de forma perceptível: mais força, resistência e recuperação rápida.
A consistência é o fator-chave — pular dias ou interromper o uso atrasa os resultados.
Portanto, use a creatina todos os dias e mantenha boa hidratação para que o efeito apareça de forma plena.

Qual a diferença entre creatina monohidratada e outras versões?

A creatina monohidratada é a forma mais tradicional, estudada e eficaz do suplemento.
Ela contém creatina pura associada a uma molécula de água, o que garante alta estabilidade, absorção eficiente e excelente custo-benefício.
Nos últimos anos surgiram outras versões — como creatina HCL (hidroclorada), Kre-Alkalyn e creatina etil éster — prometendo maior absorção e menos retenção.
Mas até hoje nenhuma delas mostrou resultados significativamente superiores à monohidratada em estudos clínicos.
A monohidratada continua sendo a referência científica, com centenas de pesquisas comprovando segurança e eficácia.
As versões alternativas podem ter vantagens pontuais (menor volume por dose, sabor neutro), mas o efeito final é o mesmo.
Portanto, se você busca custo-benefício e resultados comprovados, a melhor escolha continua sendo a creatina monohidratada, preferencialmente com selo de pureza Creapure®.

Douglas Souza
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